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sobre a pesquisa romance-em-cena

Este blog, elaborado por Renata Caldas, acompanha os passos da seguinte pesquisa:

O romance-em-cena de Aderbal Freire-Filho

ou

Romance-em-cena: processo de criação e trajetória de uma trilogia (título original do projeto)

Este projeto foi contemplado pela Fundação Nacional das Artes – FUNARTE, no Programa de Bolsas de Estímulo à Produção Crítica em Artes – categoria Produção Crítica em Teatro.

 

Por sua inovação, ousadia e repercussão a “trilogia” do romance-em-cena é de interesse artístico comprovado pela crítica e pelo público, que assistiu e consagrou A mulher carioca aos 22 anos, O que diz Molero e O púcaro búlgaro. Os espetáculos passaram pelos principais festivais de teatro do Brasil e alguns no exterior.

O trabalho interessa às artes cênicas como um todo, na medida em que gera novas possibilidades estéticas e de investigação ao teatro contemporâneo.

Em entrevista ao jornal Londrina, Aderbal Freire-Filho fala sobre o gênero:

“o gênero romance-em-cena é uma vontade de montar um romance sem perder todos os sabores e valores da palavra. Quando adaptamos o texto, fazemos uma outra obra (…) A idéia é botar o romance em cena tal como é. Já se tinha feito, já se fez e ainda se fará muito, que é colocar um ator ou vários atores narrando a peça. O grande segredo do espetáculo é que a gente faz desaparecer essa figura, fazendo com que o texto do que se está narrando vá para o personagem”. (15/05/2004)

 

2 comentários

  1. Renata,Parabéns! Seu trabalho é uma importância enorme,num país sem memória e com pouco respeito aos artistas de teatro apartados do renome televisivo… Não sei se Aderbal e seu atores/criadores têm a dimensão da influência dos romances-em-cena sobre atores e criadores de outras tribos. Sou baiano e assisti mais de uma vez a MOLERO e PÚCARO, com enorme prazer de estar diante de clássicos modernos. Nem imaginava que iria conhecer aqueles atores incríveis, craques desse jogo, e nem que trabalharia com esse mestre-dos-magos cearense! Pra provar, tenho o programa de um espetáculo solo que dirigi em Salvador em 2007 – DOLLY , De Lygia Fagundes Telles, com a atriz Alethea Novaes, onde menciono explicitamente a influência do trabalho que é seu objeto de pesquisa.
    Evoé! Merda! e que venha MOBY DICK!


  2. Legal, Marcelo!
    Gostaria de ter uma cópia ou original do programa de seu espetáculo.
    Se tiver isso digitalizado, pode ser por email tb:
    renataemcaldas@hotmail.com
    Muito obrigada e um abraço,
    Renata



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