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O que diz Molero

divulgação

texto: Dinis Machado

direção: Aderbal Freire-Filho

elenco original: Chico Diaz, Claudio Mendes, Orã Figueiredo, Augusto Madeira, Raquel Iantas, Gillray Coutinho.

Participaram de outras temporadas: Felipe Martins, Thelmo Fernandes e Ísio Ghelman.

diretor assistente: Dudu Sandroni

cenário: José Manuel Castanheira

figurino: Biza Vianna

iluminação: Maneco Quinderé

trilha sonora: Dudu Sandroni

estréia: 2003 (Teatro Casa Grande)

Trechos de críticas:

“pela consagração definitiva do método do encenador-adaptador Aderbal Freire-Filho, o “romance-em-cena”, que tem como ponto de honra não modificar uma vírgula do original, e revela como resgatar a palavra no palco, sem abrir mão da teatralidade, levada à perfeição pelos atores-criadores (…)

A crítica raramente foi tão unânime e no Rio de Janeiro e em Curitiba consagrou o espetáculo por reunir pesquisa e diversão, lirismo e humor.” Sergio Salvia Coelho, Folha de S. Paulo (23/06/2004)

“Aderbal Freire-Filho traz ao público um experimento que deu mais do que certo: no tal “romance-em-cena”, os atores interpretam um texto em prosa sem diálogos, simultaneamente à caracterização dos personagens” Gustavo Fioratti, IstoéGente (14/06/2004)

“O que diz Molero é uma dessas montagens abençoadas pelos caprichosos deuses do teatro (…) O resultado é deslumbrante” Lionel Fischer, Tribuna da Imprensa (30/10/2003)

“O que diz Molero é um generoso e suculento espetáculo que, durante quatro horas, faz seis atores conduzirem o espectador por uma delirante viagem pelo mundo dos humanos, das artes, da cultura, do inesperado, do patético, do risível, tudo isso por um mar de palavras magistralmente usadas.

(…) Aderbal Freire-Filho realiza um notável trabalho, no qual podemos ver até que ponto o melhor teatro nasce da criatividade orgânica, que transforma em ação cênica um texto, enriquecendo-o sem procurar substituí-lo, minimizá-lo, desrespeitá-lo”

Barbara Heliodora, O Globo (23/10/2003)

“As quatro horas de duração se diluem no percurso ágil com que a palavra é devolvida, retrabalhada nas suas possibilidades teatrais (…)Aderbal Freire-Filho, que há anos assinou a transcrição de um romance na íntegra para o palco – A mulher carioca aos 22 anos, de João de Minas -, atinge com O que diz Molero o depuramento dessa técnica” Macksen Luiz, Jornal do Brasil (01/11/2003)

“Tudo com um humor desconcertante, um elenco afiado, uma direção que nos confronta com o pulsar da arte” Ivana Moura, Diário de Pernambuco (22/11/2004)

temporada em Portugal (janeiro de 2007) - jornal do Teatro Nacional D. Maria II

temporada em Portugal (janeiro de 2007) - jornal do Teatro Nacional D. Maria II

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